"Se em alguma hora você não quiser mais nada,
porque o mundo te pressiona de forma descontrolada,
pensando que um dia o céu vai escurecer.
Não, não tema, meu amigo, e pra você não esquecer.
Cante aquela canção.
Mas se em algum momento você se sentir sozinho
procurando alguém que possa te fazer algum carinho
pode ter certeza que não adianta procurar
porque bem na hora certa essa pessoa vai te achar.
então...
Cante aquela canção."
Há um booom tempo atrás, quando eu ainda morava em Porto Velho, eu dizia pra alguns amigos que iria fazer uma música chamada 'Aquela', pq sempre em alguma roda de violão alguém dizia 'toca aquela'. Pois agora vou poder atender ao pedido [;D]. Daqui uns dias eu posto ela já gravada em vídeo pra todos verem.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Aviso
"Não quero um amor que precise dar flores
que cheiram paixão e que murcham com as dores
Não quero um amor que use uma aliança
só que vista n'alma apenas confiança
Uma simples cena de mãos comportadas
em dedos grudados, em formas ousadas
de gestos sinceros e não vergonhosos
que pedem bem mais que beijos carinhosos
Não quero um amor que me cobre um poema
um beijo na mão, um amor de cinema
Não quero um amor que preveja o futuro
ou que feche a porta e deixe o quarto escuro
Uma simples cena de mãos carinhosas
em dedos ousados, formas vergonhosas
de gestos grudados e não tão sinceros
que pedem bem mais que beijos comportados
Não quero um amor que me deixe ciumento
e nem outro tipo de mal sentimento
Não quero nem vela e nem vinho francês
nem o aniversário do primeiro mês
Uma simples cena de mãos vergonhosas
em dedos sinceros, formas carinhosas
de gestos ousados e não comportados
que pedem bem mais do que beijos grudados
Mas quero pedir
na hora do tchau
que ñ leve a mal
o breve sorrir
que eu deva soltar
até você ir
quem sabe eu também
consiga tirar
de ti um desdém
no teu leve olhar
que não quer partir
nem ir mais além."
Acho q to começando a me interessar por esquemas coisas desse gênero. Tive a idéia hoje e finalizei inda agora.
:D
que cheiram paixão e que murcham com as dores
Não quero um amor que use uma aliança
só que vista n'alma apenas confiança
Uma simples cena de mãos comportadas
em dedos grudados, em formas ousadas
de gestos sinceros e não vergonhosos
que pedem bem mais que beijos carinhosos
Não quero um amor que me cobre um poema
um beijo na mão, um amor de cinema
Não quero um amor que preveja o futuro
ou que feche a porta e deixe o quarto escuro
Uma simples cena de mãos carinhosas
em dedos ousados, formas vergonhosas
de gestos grudados e não tão sinceros
que pedem bem mais que beijos comportados
Não quero um amor que me deixe ciumento
e nem outro tipo de mal sentimento
Não quero nem vela e nem vinho francês
nem o aniversário do primeiro mês
Uma simples cena de mãos vergonhosas
em dedos sinceros, formas carinhosas
de gestos ousados e não comportados
que pedem bem mais do que beijos grudados
Mas quero pedir
na hora do tchau
que ñ leve a mal
o breve sorrir
que eu deva soltar
até você ir
quem sabe eu também
consiga tirar
de ti um desdém
no teu leve olhar
que não quer partir
nem ir mais além."
Acho q to começando a me interessar por esquemas coisas desse gênero. Tive a idéia hoje e finalizei inda agora.
:D
sábado, 3 de outubro de 2009
Clima
"Ás vezes quero poder largar tudo,
outras não há como parar de pensar.
Ás vezes ando sem direção,
outras paro com tudo para analisar.
Vou entregar minha memória
pro clima que o momento criou
e demarcar essa história,
ela ainda não acabou.
Ás vezes ouço uma voz de esperança,
outras enxergo a luz do desespero.
Ás vezes acho o que é necessário,
outras me esbaldo no exagero.
Observar uma solitária estrela
que nunca mais brilhou
só vai faltar essa história
ela ainda mal começou.
Pois deixa eu seguir com tudo o que tenho
os sonhos e planos que vem pela frente
Não posso parar, ainda falta calar a vontade
de ser dentro de mim."
Essa música foi feita no final de 2008, assim que soube q ia mudar. É uma junção dois poemas que ja foi postado aqui na parte das composições. Apenas o título que é recente.
outras não há como parar de pensar.
Ás vezes ando sem direção,
outras paro com tudo para analisar.
Vou entregar minha memória
pro clima que o momento criou
e demarcar essa história,
ela ainda não acabou.
Ás vezes ouço uma voz de esperança,
outras enxergo a luz do desespero.
Ás vezes acho o que é necessário,
outras me esbaldo no exagero.
Observar uma solitária estrela
que nunca mais brilhou
só vai faltar essa história
ela ainda mal começou.
Pois deixa eu seguir com tudo o que tenho
os sonhos e planos que vem pela frente
Não posso parar, ainda falta calar a vontade
de ser dentro de mim."
Essa música foi feita no final de 2008, assim que soube q ia mudar. É uma junção dois poemas que ja foi postado aqui na parte das composições. Apenas o título que é recente.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Nome e sobrenome
"Todo mundo tentando escrever
o próprio nome na história
Todo mundo querendo crescer
com o sobrenome nas costas
É pra frente que o norte aponta,
mas o mapa não demonstra
formas tridimensionais.
É pra cima que o anjo voa
mas no céu não tem mais nuvem
pra deitar e sossegar.
Há prédios e mais tetos que se erguem
e o espaço parece não acabar
pra quem tem grana e não reclama
que o ar não serve mais pra respirar.
Todo mundo...
É pra frente que o passo segue,
mas qual é a referência
que o destino nos propõe?
É pra cima que vai o foguete,
mas lá tem a sobrevivência
de que a Terra nos dispõe?
Há sitios e vestígios que garantem
que no mundo cada um tem seu lugar
e lá no link do seu sítio já não tem
mais espaço para poder comentar.
Todo mundo... "
Letra escrita ontem a noite num momento de insônia. Destinada a virar música.
o próprio nome na história
Todo mundo querendo crescer
com o sobrenome nas costas
É pra frente que o norte aponta,
mas o mapa não demonstra
formas tridimensionais.
É pra cima que o anjo voa
mas no céu não tem mais nuvem
pra deitar e sossegar.
Há prédios e mais tetos que se erguem
e o espaço parece não acabar
pra quem tem grana e não reclama
que o ar não serve mais pra respirar.
Todo mundo...
É pra frente que o passo segue,
mas qual é a referência
que o destino nos propõe?
É pra cima que vai o foguete,
mas lá tem a sobrevivência
de que a Terra nos dispõe?
Há sitios e vestígios que garantem
que no mundo cada um tem seu lugar
e lá no link do seu sítio já não tem
mais espaço para poder comentar.
Todo mundo... "
Letra escrita ontem a noite num momento de insônia. Destinada a virar música.
terça-feira, 7 de julho de 2009
versos organizadamente aleatorios
"A vida é fala e ouvidos abertos
metamorfose de um casulo eterno
um ponto no espaço sem referencial
uma simples imagem do que é irreal
E o que falar então do mundo?
Será que pra tudo há um jeito?
Qualidade para um defeito?
Razão pra todo tipo de absursdo?
O tempo diz pra gente o que é pressa o que é calma
Mas dizem outras coisas para não criarmos trauma
O mundo é um amor que desenvolve a nossa alma
Eu vivo a falar, e com ouvidos abertos
eu torno a mudar o que eu falo direto
o ponto parágrafo na linha final
a página certa pra capa do jornal
O que falar então do amor?
Será que ele é sempre o bastante
pra vivê-lo a todo instante?
Seja lá de que tipo ele for.
O tempo anda sempre sem saber que horas são
Mas teimam em contá-lo pra pra prever alguma ação
O amor é um mundo que desenvolve o coração
...
Não sei se uma vida é o bastante pra aprender
tudo que eu penso em ter, quem sabe, a chance de saber
Se uma vida vai ser o bastante eu não sei
mas tudo que eu tiver a oportunidade eu aprenderei"
metamorfose de um casulo eterno
um ponto no espaço sem referencial
uma simples imagem do que é irreal
E o que falar então do mundo?
Será que pra tudo há um jeito?
Qualidade para um defeito?
Razão pra todo tipo de absursdo?
O tempo diz pra gente o que é pressa o que é calma
Mas dizem outras coisas para não criarmos trauma
O mundo é um amor que desenvolve a nossa alma
Eu vivo a falar, e com ouvidos abertos
eu torno a mudar o que eu falo direto
o ponto parágrafo na linha final
a página certa pra capa do jornal
O que falar então do amor?
Será que ele é sempre o bastante
pra vivê-lo a todo instante?
Seja lá de que tipo ele for.
O tempo anda sempre sem saber que horas são
Mas teimam em contá-lo pra pra prever alguma ação
O amor é um mundo que desenvolve o coração
...
Não sei se uma vida é o bastante pra aprender
tudo que eu penso em ter, quem sabe, a chance de saber
Se uma vida vai ser o bastante eu não sei
mas tudo que eu tiver a oportunidade eu aprenderei"
quinta-feira, 11 de junho de 2009
"Eu vejo tanta gente querendo o que é dos outros
Eu vejo tanta gente esquecendo de si mesmo
Eu vejo tanta gente espalhada pelo mundo
Eu vejo tanta gente sem motivos p/ viver.
Eu ouço tanta gente falando tanta besteira
Eu ouço tanta gente declarando solidão
Eu ouço tanta gente mentido p/ si mesmo.
Eu ouço tanta gente implorando por perdão.
Eu vejo tanta coisa sem destino e sem retorno
Eu vejo tanta coisa esquecida por ai
Eu vejo tanta coisa espalhada pelo mundo
Eu vejo tanta coisa sem motivos pra se ter.
Eu ouço tanta coisa que os outros não escutam
Eu ouço tanta coisa que só Deus sabe o que é
Eu ouço tanta coisa p/ anestesiar a mente
Eu ouço tanta coisa sem nem mesmo eu querer.
Eu prefiro acreditar no que não se ouve
Eu prefiro acreditar no que não se diz
Um sentido deixa sem sentido o que se sente
Sem sentido ficam os sentidos ao sentir. "
Letra composta a umas três semanas atrás enquanto eu estudava. E tá virando uma música, ja tô trabalhando nela.
Aceito sugestões p/ títulos.
Um bom feriado a todos!
Eu vejo tanta gente esquecendo de si mesmo
Eu vejo tanta gente espalhada pelo mundo
Eu vejo tanta gente sem motivos p/ viver.
Eu ouço tanta gente falando tanta besteira
Eu ouço tanta gente declarando solidão
Eu ouço tanta gente mentido p/ si mesmo.
Eu ouço tanta gente implorando por perdão.
Eu vejo tanta coisa sem destino e sem retorno
Eu vejo tanta coisa esquecida por ai
Eu vejo tanta coisa espalhada pelo mundo
Eu vejo tanta coisa sem motivos pra se ter.
Eu ouço tanta coisa que os outros não escutam
Eu ouço tanta coisa que só Deus sabe o que é
Eu ouço tanta coisa p/ anestesiar a mente
Eu ouço tanta coisa sem nem mesmo eu querer.
Eu prefiro acreditar no que não se ouve
Eu prefiro acreditar no que não se diz
Um sentido deixa sem sentido o que se sente
Sem sentido ficam os sentidos ao sentir. "
Letra composta a umas três semanas atrás enquanto eu estudava. E tá virando uma música, ja tô trabalhando nela.
Aceito sugestões p/ títulos.
Um bom feriado a todos!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Aee! É com muita alegria que anuncio o lançamento de um novo projeto musical de minha autoria, intitulada 'Felipe K!'.
Ai vai o link e o histórico.
Espero que gostem!!!
"Tudo começou aos 10 anos de idade, quando a paixão pela música aflorou e surgiu a vontade de aprender a tocar algum instrumento. Desde então a vontade maior era tocar algum instrumento de percussão, até um pandeiro que a avó deu de presente aprendeu a tocar sozinho. Mas os pais acharam que bateria e percussão eram algo muito barulhento, foi então que entrou na aula de violão aos 11 anos.
E desde 2001 que a história de aprendizagem efetiva com a música vem acontecendo, e hoje Felipe Carlos segue seus passos com a música num projeto solo intitulado 'Felipe K!', com uma abreviação no segundo nome pra simplificar a pronuncia e diferenciar de qualquer outro homônimo.
Felipe já passou por algumas bandas na cidade onde morava, nas quais tocava bateria, um instrumento que aprendeu a tocar sozinho. Mas a trajetória não se resume em ser baterista, pois desde seus primeiros passos no violão existia a vontade de escrever letras e compor arranjos. Daí então se aperfeiçoou com o curso de Técnica vocal na escola de música Sol Maior de Porto Velho e decidiu investir na carreira de voz e violão. Chega a tocar na noite em bares e festas pela cidade natal a partir do ano de 2007.
No início de 2009, por motivos familiares, Felipe se muda para o Distrito Federal abandonando a banda no qual era baterista, a New Change, e também a recente carreira como cantor solo. Fato este lhe dá oportunidade de investir na carreira solo num lugar com maiores proporções e oportunidades.
Suas músicas se baseiam em temas cotidianos pessoais, envolvendo pensamentos filosóficos e sentimentos fortes. Busca experimentar melodias nas músicas misturando cordas com percussão, sopros e eletrônicos, mas valorizando sempre o violão e voz. Busca-se nas músicas uma alternatividade de estilos que vão de rock, MPB, folk e acústic music.
Para conhecer mais sobre Felipe K! acesse www.myspace.com/felipekoficial . "
Ai vai o link e o histórico.
Espero que gostem!!!
"Tudo começou aos 10 anos de idade, quando a paixão pela música aflorou e surgiu a vontade de aprender a tocar algum instrumento. Desde então a vontade maior era tocar algum instrumento de percussão, até um pandeiro que a avó deu de presente aprendeu a tocar sozinho. Mas os pais acharam que bateria e percussão eram algo muito barulhento, foi então que entrou na aula de violão aos 11 anos.
E desde 2001 que a história de aprendizagem efetiva com a música vem acontecendo, e hoje Felipe Carlos segue seus passos com a música num projeto solo intitulado 'Felipe K!', com uma abreviação no segundo nome pra simplificar a pronuncia e diferenciar de qualquer outro homônimo.
Felipe já passou por algumas bandas na cidade onde morava, nas quais tocava bateria, um instrumento que aprendeu a tocar sozinho. Mas a trajetória não se resume em ser baterista, pois desde seus primeiros passos no violão existia a vontade de escrever letras e compor arranjos. Daí então se aperfeiçoou com o curso de Técnica vocal na escola de música Sol Maior de Porto Velho e decidiu investir na carreira de voz e violão. Chega a tocar na noite em bares e festas pela cidade natal a partir do ano de 2007.
No início de 2009, por motivos familiares, Felipe se muda para o Distrito Federal abandonando a banda no qual era baterista, a New Change, e também a recente carreira como cantor solo. Fato este lhe dá oportunidade de investir na carreira solo num lugar com maiores proporções e oportunidades.
Suas músicas se baseiam em temas cotidianos pessoais, envolvendo pensamentos filosóficos e sentimentos fortes. Busca experimentar melodias nas músicas misturando cordas com percussão, sopros e eletrônicos, mas valorizando sempre o violão e voz. Busca-se nas músicas uma alternatividade de estilos que vão de rock, MPB, folk e acústic music.
Para conhecer mais sobre Felipe K! acesse www.myspace.com/felipekoficial . "
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