quinta-feira, 30 de abril de 2009

Aee! É com muita alegria que anuncio o lançamento de um novo projeto musical de minha autoria, intitulada 'Felipe K!'.

Ai vai o link e o histórico.

Espero que gostem!!!

"Tudo começou aos 10 anos de idade, quando a paixão pela música aflorou e surgiu a vontade de aprender a tocar algum instrumento. Desde então a vontade maior era tocar algum instrumento de percussão, até um pandeiro que a avó deu de presente aprendeu a tocar sozinho. Mas os pais acharam que bateria e percussão eram algo muito barulhento, foi então que entrou na aula de violão aos 11 anos.

E desde 2001 que a história de aprendizagem efetiva com a música vem acontecendo, e hoje Felipe Carlos segue seus passos com a música num projeto solo intitulado 'Felipe K!', com uma abreviação no segundo nome pra simplificar a pronuncia e diferenciar de qualquer outro homônimo.

Felipe já passou por algumas bandas na cidade onde morava, nas quais tocava bateria, um instrumento que aprendeu a tocar sozinho. Mas a trajetória não se resume em ser baterista, pois desde seus primeiros passos no violão existia a vontade de escrever letras e compor arranjos. Daí então se aperfeiçoou com o curso de Técnica vocal na escola de música Sol Maior de Porto Velho e decidiu investir na carreira de voz e violão. Chega a tocar na noite em bares e festas pela cidade natal a partir do ano de 2007.

No início de 2009, por motivos familiares, Felipe se muda para o Distrito Federal abandonando a banda no qual era baterista, a New Change, e também a recente carreira como cantor solo. Fato este lhe dá oportunidade de investir na carreira solo num lugar com maiores proporções e oportunidades.

Suas músicas se baseiam em temas cotidianos pessoais, envolvendo pensamentos filosóficos e sentimentos fortes. Busca experimentar melodias nas músicas misturando cordas com percussão, sopros e eletrônicos, mas valorizando sempre o violão e voz. Busca-se nas músicas uma alternatividade de estilos que vão de rock, MPB, folk e acústic music.

Para conhecer mais sobre Felipe K! acesse
www.myspace.com/felipekoficial . "

domingo, 1 de março de 2009

Levada pra (tentar) falar de amor.

"Insisto em imaginar como vai ser no dia de poder te falar
Que o amor cresceu e que não dá mais pra esperar por você.

e Se falar de amor é fácil, porque me falta palavra será que
é por falta de tentar ou se é mesmo por falta de viver (amar).

Quando eu disse que não sabia, não era á toa, um dia eu já tentei
É bom que sempre existem outras chances, agora vou corresponder.

Paixão, saudade e poesia, com isso não vai me faltar vontade
de escrever uma história com um final feliz pra sempre

Então vai lá, sei lá, acho que agora dá
vou conseguir levar essa levada boa
pra você sacar que ela é feita pra voce
pra entender que nela existe essa frase:
eu amo você. "

Música escrita a 3 dias atrás sobre um tema que costumo falar pouco.

Bom início de mês pra todos!

sábado, 10 de janeiro de 2009

orgulho em bossa

"No ar não há nenhuma folha de dor, o vento levou
e, se procurar, não vai mais achar amor, já se acabou
Se lembre, no entanto, que entre o espanto e um clamor o copo quebrou
não vai mais guardar nem mais uma gota do que escorreu daqui pois
aqui as lágrimas não vão cair
pra quem não acredita mais em puras confissões.
No mar não há nem mais um barco de rancor, a onda levou
e, se procurar, não vai mais achar aquele humor que o superou
Se lembre, no entanto, que o desecanto não foi o que mais ali machucou
não perecerá diante dos olhos nem mais uma gota daqui pois
aqui as lágrimas não vão cair
pra quem não acredita mais em mim, em ti, em nós.
aqui as lágrimas não ousam mais molhar
a cara de quem um dia enfrentou então
o medo de perder que só não é maior que a fome de ganhar
Por isso que aqui não existem mais lágrimas. "


Letra que acabou de ser composta para uma melodia feito há uns meses atrás em ritmo de bossa. Acho que o título vai ficar esse mesmo.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Amizade

Eu procuro simbolizar a amizade em duas pedras. Quando estão se tocando, elas se tornam parceiras. Essa união pode se dar de vários modos, seja por um violento choque involuntário entre as duas ou então por uma atração magnética, talvez. A medida que existe o contato, vai ocorrendo a troca de forças entre ambas, equilibrando-as fisicamente. Pode acontecer também de uma se esfregar na outra, gerando lapidações que deixem uma semelhante com a outra.

A partir dai pode-se dizer que elas são amigas, pois possuem características parecidas e conhecem suas forças. E ai começam a surgir várias situações que tentam separá-los, tais como a força do vento, da chuva, do sol, dos pés a caminharem pelo chão de pedras, enfim. Tudo para testar até onde vai a ligação entre essas duas pedras. Se elas, mesmo não estando mais no mesmo lugar, sobrevivem a todos esses desafios e continuam firmes, pode-se perceber então um tipo de amor bem difícil de se encontar: o amor fraterno, amor de amigo, amor de irmão.

Logo então elas já podem viver por ai desafiando qualquer força da natureza sem precisar se escorar uma na outra, pois cada um sabe da confiança que deposita na outra e, mais do que nunca, sabe da força que vai ter pra encarar o que há de vir.

Mas pode ser delas se grudarem para sempre, como pode acontecer também de uma tomar o destino totalmente diferente da outra. De qualquer forma, não haverá mais motivos para as essas pedras sofrerem, pois houve tempo e vivência suficiente para saber que nada é pra sempre e que o destino é improvável.

Mas porquê simbolizar a amizade com uma pedra??? Por que é um sentimento forte, que não se quebra com qualquer pisada? Que a pedra, por ser sólida a temperatura ambiente, não altera o seu formato? Talvez sim, porquê das amizades que já tive até hoje, elas pareceram ser assim.

É isso ae, viajei um pouco .
Essa vai para os amigos.

Boa noite!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

retrato

'No vazio entre as estrelas do céu
Vejo a foto que você colocou
pra lembrar um pouco do que eu era
e o quanto isso te preocupou

A pureza no sorriso da cara
e a onda que vinha logo atrás
coisas que hoje eu não lembro nada
mas que você não esquece jamais.

Eu já não sei o que seria de mim
se não fosse por você.

Deitado na beira da praia
na areia molhada e salgada
pessoas ao redor de tocaia
caminhando sem saber nadar.

A vida não me assustava
eu desconhecia bem o que era
só me lembro do pouco que restara
da bela infância que eu tivera

Eu já não sei o que seria
de mim se não fossepor você. '


Mais uma musica feita por mim esses dias.
Fiz ela baseado num porta retratos que eu tenho no meu quarto com uma foto minha de quando eu tinha mais ou menos uns 3 anos.

domingo, 30 de novembro de 2008

versos livres, leves e loucos

Enquanto estamos duvidando de tudo
Perdemos o momento de nos auto-entender
Pois nada cresce sem ser alimentado
como a raiva de tentar compreender.

Enquanto pecam na certeza de errar
Descobrem meios pra fugir de acertar
então se cubra, está ficando frio
o meu calor não aquece mais nehum fio.

Dissertar o meu viver durante horas
sem buscar uma boa conclusão
É como escrever o nome na areia
que vento tira e te despenteia.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Comportamento humano

É interessante analisar o comportamento humano. Já pensou em quanta coisa a gente procura saber a respeito da vida alheia sem um fim necessário, útil ou que nos traga alguma moral?

Esse mundo virtual me trás todas essa pergunta, pois, afinal, no mundo de mentira a gente procura refletir coisas que gostariamos que fosse verdade (e é). Mas onde achamos isso? Talvez no subnick do MSN? Ou no 'quem sou eu' do orkut? Sim! Pois, até sem querer, a gente consegue colocar em pequenos fragmentos copiados de uma crônica qualquer do qual não damos créditos ao autor, e colado no 'quem sou eu' do orkut, tudo o que pensamos a respeito do nosso universo*. Ou quando não, apenas deixamos mensagens simples no subnick do MSN, com a letra do hino do time de futebol, a letra de uma musica ou algo idiota que um amigo bêbado falou num fim de semana bacana.
Nessas pequenas coisas a gente consegue julgar o modo de vida alheia, os interesses pessoais, as coisas que gosta de fazer, o que gosta de comer ou ouvir. Será que é só eu que penso assim, ou alguém tem isso também?

Bem, eu não sei, mas me parece muito comum. E no final de tudo a gente se pergunta: ao invés disso, porque não pensar em algo mais progressivo à nossa vida?
Mas todo mundo pensa né? Então qual o problema? Todo mundo é assim. Por que eu também não posso ser assim? ¬¬'

Sejamos humanos, mas sejamos únicos. Só isso que tenho a dizer.

Falou!




*Na minha concepção, tudo que nos rodeia.